Um texto antigo para uma idéia nova. Registro aqui trecho do alemão Martin Niemöller, curto e direto, paulada na cabeça, realidade diária. A mudez, amigos, faz de nós cegos. Até mais! "Eles começaram perseguindo os comunistas, e eu não protestei, porque não era comunista. Depois, vieram buscar os judeus, e eu não protestei, porque não era judeu. Depois ainda, vieram buscar os sindicalistas, e eu não protestei, porque não era sindicalista. Aí, vieram buscar os homossexuais, e eu não protestei, porque não era homossexual. Aí então, vieram buscar os ciganos, e eu não protestei, porque não era cigano. E depois, vieram buscar os imigrantes, e eu não protestei, porque não era imigrante. Depois, vieram me buscar. Um problema: já não havia ninguém para protestar!"
Oi gente. Estive fora, mas o blog esteve mais aceso que nunca nos últimos dias. Primo Zé. Pedro Bó, Maikel, Luís César e Foreigner cuspiram seus argumentos e registraram pensamentos e estratégias sobre encaminhamentos possíveis para lidar com a miséria, especificamente o caso dos sem-teto. Atrasado, estou sem jeito para ir de comentário em comentário, fazendo contra-ponto. O que foi dito, não merece esse tipo de juízo. Ao contrário, merece ser publicizado. Vale conferir, difundir e experimentar a arte da conversa. Esse espaço pretendia isso lá atrás, mas como toda pretensão é relativa, só as relações facultaram esse acontecimento. Foi bom de ler e saber mais do Pedro Bó, que veio quente em princípio e depois circunstanciou sua fala. Escuta faz “milagre”. De volta estou. Adiante vamos. Grande abraço a todos!