Notas para o que pouco se nota
Essa foto terrível abaixo, público atendendo a pedido do Adolf! que também cospe conversa por aqui. Triste, trágica. Acho deplorável essa imagem, mas não há como se esquivar. Ela se reinventa em muitos lugares nesse mundo nem um pouco ariano. Há coisas que mexem com a vontade de circo. Brincadeiras sem graça. Mas cuspir conversa é preciso. Abraços, Zé.
Escrito por Zé às 16h13
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Maikel me escreve dizendo que o blogue tá parado. Tem razão. Mas também não tem. O tempo aqui é totalmente confuso. Não são horas ou minutos, são aparições. Coisa meio fantasmagórica. Se apareço muito, só apareço. Se apareço pouco, desapareço. O dia aqui é medido de pelo menos duas formas: produção e audição (?). Se faço o muito e ninguém vê, fiz? Se muita gente quer vê o que não fiz, fiz? É loucura. Ainda não há razão nessas relações cibernéticas e isso é muito bom. Pode ser de repente a recuperação do que a própria tecnologia ajudou a fazer minguar: a imaginação. Valeu Maikel, esse conceito ou pré-conceito só foi possível por uma esquisita transmissão de imagens-pensamento. Abraços a todos, Zé.
Foto: Marcello Maciel, 23 anos, fotógrafo, Bacharel em Comunicação Social - Habilitação a Publicidade e Propaganda, São Luís MA. Contato: msmfoto@zipmail.com.br.
Escrito por Zé às 18h36
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Domingo jamais de pareceu um dia de começo. Sempre teve uma cara de fim de tarde, de preguiça, de angústia, de sossego, de tédio e vai... Jamais um começo de semana. Era uma quebra e parece que essa força, o domingo tem preservado. É o dia mais distinto ou o menos parecido com os demais. Sábado muitas vezes tem cara de sexta. É como se fosse um dia só de 48 horas. Bom, mas isso é comigo. Hoje é domingo, do pé de cachimbo, cachimbo é de ouro, bateu no besouro, besouro é valente, bateu no tenente, tenente (...) e esqueci do restante da parlenda. Coisas de domingo. Uma boa semana a todos!
Abraços,
Zé, o outro
Escrito por Zé às 21h13
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